Abstract
Proliferaram‑se, nos últimos anos, os estudos de caso sobre o desenvolvimento de redes agroalimentares “alternativas”. Essas redes emergentes, definidas de diversas formas e de modo impreciso em termos de “qualidade”, “transparência” e “localidade”, estão (de forma um tanto polêmica) sinalizando um afastamento do setor de alimentação industrializado e convencional em direção a um regime alimentar e agrícola relocalizado.